domingo, novembro 01, 2009

Poesia no varal

A primeira vez que ouvi falar na ideia achei genial. Imagine a cena: uma coleção de poemas pendurados em um varal, poetas esporádicos ou profissionais escolhendo e recitando em seguida. Sim, pode escolher mais de um, o importante é respeitar a fila e prezar pela diversidade. O paraíso, eu diria, para quem é chegado no negócio.

Sob a coordenação e o entusiasmo do Ricardo Cabús (@rcabus) a edição especial do Papel no Varal na Bienal deste domingo (1°) foi um sucesso. Eu, que já sentia uma atração tremenda pela temática, adorei. Recitei três poemas: Cogito (Torquato Neto), Amor Bastante (Paulo Leminski) e O Cúmplice (Jorge Luis Borges). Só não fiquei mais pelo adiantado da hora.

OLHA EU AÍ TODA PROSA (E POESIA)!

Ficou com água na boca? Então posso lhe dar a notícia boa de que no próximo sábado (7), às 20h, tem mais. O Papel no Varal estará no estande da SECULT/Biblioteca Pública. Amantes da poesia: compareçam! Soltem o poeta que mora dentro de vocês e pede para sair. Até lá!

Imagem: blog Cacos Inconexos.

3 comentários:

Jamylle Bezerra disse...

Que massa Isolda. Bom demais acompanhar a Bienal pelo seu blog.

:) Essa semana estarei por lá. Tava viajando e só cheguei ontem!

Beijo

Anônimo disse...

Isolda,

Essa ideia é genial!
Pena que bem pouco ocorre.
Pois, de varal em varal,
A poesia não morre!

Um abraço do Dedé do Pajeú!

Ricardo Cabús disse...

Legal, Isolda,

Mais uma novidade: teremos uma super edição do Papel no Varal nesta sexta-feira, 13, nos jardins do Teatro Deodoro. Mais detalhes no cacosinconexos.blogpot.com

ABraço
Ricardo Cabús