quinta-feira, outubro 20, 2011

Polícia Federal e as operações de nomes excêntricos

Sempre que eclode uma nova operação da Polícia Federal – nacional ou tipicamente alagoana – surge a indagação: de onde vêm esses nomes? Tabanga, Taturana, Bengala, Navalha etc. Quem “batiza” as crianças e qual o critério de escolha?

Motivada pela mais nova operação em Alagoas, de nome “Rodoleiro”, em curso desde as primeiras horas de hoje, resolvi investigar um pouco sobre as excêntricas nomenclaturas. De acordo com a revista Mundo Estranho, da Editora Abril, as operações são, oficialmente, batizadas pelos delegados que as comandam.

Ainda de acordo com a revista, os nomes das operações podem ser engraçados ou impactantes e devem fazer referência sutil à investigação. Como a “Rodoleiro” (carrapato que se aloja em cavalos, segundo nota da assessoria da PF alagoana) considera que os supostos desvios podem ter sido feitos, também, por meio da criação de cavalos, o “batismo” é cabido.

Um comentário:

Rafael Belo disse...

a ironia a serviço da justiça! rs